sábado, 26 de maio de 2012

Tal como um anjo

Tal como um anjo,
Aparecestes de mãos abertas e vazias,
Nua e cheia de frio tremias.
Fazias escorrer pela cara
Lágrimas de tristeza,
Sufocando os teus pulmões como uma seara.

Ao ver-te meu coração despedaçou-se
Podias me ter pedido o infinito
E eu te entregaria só para te fazer sorrir
Mas pedistes apenas que te abraçasse
E te tirasse o medo de amar, e frio.

Como dois amantes abraçamos-nos,
beijando-nos, e descobrindo um desejo
permitindo que o Inverno acabasse
e inventassem um ardente Verão.

ali ficamos nus e enrolados pelos nosso braços
unidos como uma concha do mar,

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