Esperei, aqui
sentado neste chão de madeira velha,
também ela marcada pelo passar do tempo.
Fiz deste chão a cama e a mesa, e nele escrevi todas as cartas que nunca te
enviei.
Transformei este chão no meu mundo,
e num mar de lágrimas
onde hoje navegam essas mesmas cartas transformadas em barcos. Esperei porque
por Amor vale sempre a pena esperar.

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